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EL GRAN CAMBIO DE CRUYFF

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Cruyff jugando en el Cosmos.  Fotografia de Peter Robinson incluida en el libro 'The beautful game' de Taschen. 'The Real Turn' es uno de los capítulos de '11 bellos goles.  Cómo el fútbol cambia vidas', un libro benéfico que cuenta la aportación del holandés al desarrollo del juego en Estados Unidos. Por Roger Peverelli Fotografía Taschen Revista Líbero Número 56 Primavera '26 Por motivos personales, Johan Cruyff decide retirarse a los 31 años. Los dos clubes en los que había logrado tantos éxitos a lo largo de 14 años organizaron, cada uno, un partido de despedida. El primero, en Barcelona, lo perdió por 3-1 frente al Ajax. El segundo, con la camiseta del Ajax, se convierte en un rotundo fiasco. El Bayern de Múnich no se contiene y aplasta al Ajax - y a Cruyff - por 8-0. Es un partido que todos preferirían olvidar. Quizás esas dos derrotas fueran una señal de lo que estaba por venir. Solo seis meses después de retirarse, Cruyff ya había perdido todo el din...

Addio Schmidt, leggenda del basket

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Capocannoniere in tre Olimpiadi con il Brasile, è lo straniero con più punti in Italia.  Si è arreso a un tumore MATTEO DE SANTIS La Stampa - Sabato 18 aprile 2026 Pagina 37 Adesso piange tutto il mondo del basket. Al suo arrivo in Italia, nel 1982, Boscia Tanjevic lo descrisse così: «Ho preso un camion brasiliano che tira da tre, segna sempre e piange in continuazione». Le lacrime, da ieri notte, sgorgano dagli occhi di chi lo ha visto con un pallone in mano o anche solo sentito i racconti: Oscar Schmidt, la Mão Santa (mano santa) capace di disegnare parabole che sembravano guidate dal destino, se n'è andato, all’improvviso, a 68 anni. Il miglior marcatore della storia olimpica dei canestri, con 1093 punti in 5 edizioni dei Giochi (da Mosca 1980 ad Atlanta 1996 e capocannoniere olimpico nel 1988, nel 1992 e nel 1996) e straniero con più punti in Italia, si è spento in un ospedale di Barueri, in quel Brasile che aveva eletto unica patria sportiva, preferendo il pallone da basket a ...

Oscar, la mano santa del basket che fece diventare grande Caserta

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Oscar Schmidt aveva 68 anni. Il campione brasiliano è morto a 68 anni. Stella della nazionale verdeoro, in Italia segnò oltre 34 punti di media a partita WALTER FUOCHI La Repubblica - Sabato 18 aprile 2026 Pagina 49 Era la Mano Santa. Così lo chiamavano in Brasile, Oscar Schmidt , il migliore di tutti loro a infilare canestri anziché gol. Da vicino e, soprattutto, da lontano. Non c'era distanza, per Oscar. Osava e segnava. A 68 anni se n'è andato, a San Paolo, data la notizia dalla famiglia, diffusa dalla CNN brasiliana, arrivata in ogni angolo del pianeta. Non era Pelé, ma era il basket brasiliano. La faccia, meglio il sorriso di quel paese di sport e allegria. Conquistava anche perdendo. Gli capitò spesso: fu più titanico che vincente. Ad esempio, non giocò mai nella NBA, che oggi lo coprirebbe di dollari e ai tempi non dragava altri mondi sconosciuti. Scelto dai Nets, nell'84, con un anonimo numero 131 al sesto giro , fece il professionista altrove. E da qui fu risarcito...

Oscar Schmidt (1958-2026) - Era “mano santa”

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Tiratore divino Per Caserta disse no alla Nba  E incantò l’Europa Il brasiliano è morto a 68 anni per un tumore al cervello contro cui lottava da tempo.  Con i suoi canestri ha scritto la favola di una città  Una Coppa Italia con la Juvecaserta  5 volte ai Giochi  18 Apr 2026 - La Gazzetta dello Sport di GIUSEPPE NIGRO  Dici più grande tiratore di sempre e pensi a lui. Il sorriso mansueto negli occhi, testimone di un’umanità con cui è entrato nei cuori più che con i suoi canestri, Oscar Schmidt . E il fuoco divino in quella mano, “Mão Santa” come era soprannominato, che con una carezza dei polpastrelli e la frustata del polso ha bucato le retine come nessun altro o quasi: 49.737 punti, undicimila in più di Kareem Abdul-Jabbar, per dare una misura, dal 2013 nella Hall of Fame del basket a Springfield pur non avendo mai giocato in Nba. Ciuf . Il mondo e il suo Brasile, lo sport e il basket, Caserta e Pavia che aveva benedetto col suo passaggio in Italia tra i...

Muore Oscar, 68 anni grandissimo cecchino. Dominò la scena con Caserta e il Brasile

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18 Apr 2026 - Corriere della Sera Giuseppe Sciascia © RIPRODUZIONE RISERVATA Il mondo del basket piange la sua «Mano Santa». È scomparso a 68 anni Oscar Schmidt (foto), forse il più grande tiratore di tutti i tempi, autore di 49.747 punti in 26 anni di carriera tra il suo Brasile e l’europa. Undici dei quali nel nostro campionato, segnando 13.597 punti a 34,6 punti di media, secondo miglior marcatore nella storia del basket italiano dietro Riva. Con la maglia del Brasile ha giocato 5 Olimpiadi; è tuttora il miglior realizzatore nella storia dei Giochi e il recordman di punti in una sola partita (55 nel 1988 contro la Spagna). Ala di 203 cm, simbolo della Juve Caserta di Tanjevic, che lo portò in Campania nel 1982 dopo averlo affrontato da avversario in Coppa Intercontinentale. L’introduzione del tiro da 3 punti nel 1984 lo portò a diventare «O Rey de triple», portando Caserta ai vertici in Italia (finali scudetto 1985/86 e 1986/87 perse contro l’olimpia) e in Europa (Coppa Coppe 1989 ...

MÃO SANTA, você tocou os nossos corações!

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REPRODUÇÃO / INSTAGRAM Causa do falecimento de Oscar Schmidt não foi divulgada Tadeu Schmidt: ‘ Maior ídolo’ Maior ícone do basquete brasileiro, Oscar morre aos 68 anos e deixa grande legado OSCAR RECUSOU OFERTA PRA JOGAR NA NBA PORQUE NÃO PODERIA DEFENDER A SELEÇÃO BRASILEIRA Luto oficial de três dias 18 Apr 2026 - Meiahora - RJ Lenda do basquete, Oscar Schmidt morreu ontem, aos 68 anos. O Mão Santa sentiu um malestar foi encaminhado às pressas para o Hospital Municipal Santa Ana ( HMSA), em São Paulo, onde recebeu atendimento. A causa da morte não foi divulgada. Oscar foi detentor do recorde de maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos, até 2024, quando foi superado por LeBron James. Além disso, possui o recorde de pontos nos Jogos Olímpicos: 1.093. Pela seleção brasileira, o momento mais emblemático foi a conquista do ouro no Pan-Americano de 1987, em Indianápolis. Na época, liderou o Brasil na vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos, primeira derrota dos nort...

Adeus ao Mão Santa

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JONATHAN BACHMAN/GETTY IMAGES / AFP Eterno ‘Mão Santa’ deixa títulos, marcas históricas e devoção ao Brasil Lenda do basquete, Oscar Schmidt, o maior jogador brasileiro de todos os tempos, morreu aos 68 anos, depois de lutar contra um câncer. Astro do esporte brasileiro lutou por 15 anos contra câncer no cérebro e sofreu parada cardiorrespiratória Lenda do basquete mundial, atleta bateu diversos recordes em sua carreira e também defendeu como poucos a seleção brasileira “Não me arrependo de nada.  Para mim, a seleção era a coisa mais importante  que havia na minha vida.  Por isso que falei não para a NBA.  O que mais queria ver era os brasileiros comemorando”    - Oscar Schmidt, Sobre ter recusado convite para jogar nos EUA 18 apr 2026 - O Estado de S. Paulo. RICARDO MAGATTI O Brasil perdeu um de seus mais importantes atletas, que elevou o basquete brasileiro a outro patamar. Oscar Schmidt morreu ontem, aos 68 anos. O Mão Santa estava internado no hosp...

MORRE OSCAR SCHMIDT, LENDA DO BASQUETE BRASILEIRO

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Oscar Schmidt, o maior cestinha do basquete brasileiro, morre aos 68 anos Mão Santa, ou ‘Mão Treinada’, como ele dizia, foi um dos grandes pontuadores da história; atuou em cinco edições de Olimpíadas e entrou para o Hall da Fama do esporte, nos EUA Apelidado de Mão Santa, ex-jogador foi um dos maiores cestinhas do mundo, acumulou recordes, esteve em cinco Olimpíadas e comandou o Brasil na vitória sobre os EUA no Pan-americano de 1987 18 apr 2026 - Folha de S.Paulo Estevão Bertoni  “Mão Santa é o caramba!”, protestava Oscar Schmidt sempre que questionado sobre seu apelido. “É Mão Treinada! Acho que ninguém treinou tanto quanto eu treinei.” Um dos grandes cestinhas da história, com 49.737 pontos, Oscar foi obstinado pelo esporte desde que seu tio Alonso o convenceu, aos 13, a jogar. Tão persistente em quadra que bateu recorde atrás de recorde e fez de seu nome um dos maiores do basquete brasileiro. Ele morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, em São Paulo. Após passar mal, foi le...

MÃO SANTA NOS DEIXA AOS 68 ANOS

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MARCELO REGUA/ARQUIVO O DIA Ídolo do basquete, Oscar Schmidt foi recordista histórico  de pontos e referência mundial nas quadras Oscar teve carreira marcada por recordes, conquistas e protagonismo no basquete internacional 18 Apr 2026 - O Dia Lenda do basquete, Oscar Schmidt morreu ontem, aos 68 anos. O Mão Santa, como era conhecido, sentiu um mal-estar durante a manhã e foi encaminhado às pressas para o Hospital Municipal Santa Ana (HMSA), em São Paulo, onde recebeu atendimento médico. A causa da morte não foi divulgada. Oscar Schmidt foi detentor do recorde de maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos, até 2024, quando foi superado por LeBron James. Além disso, possui o recorde de mais pontos na história dos Jogos Olímpicos, com 1.093. Pela seleção brasileira, o momento mais emblemático foi a conquista do ouro dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. Na época, liderou o Brasil na vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos, marcando a primeira derrot...

Oscar Schmidt (1958-2026) - Grandeza feita de repetição

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CLAYTON DE SOUZA/ESTADÃO CONTEÚDO Sorriso no rosto e muita simpatia:  o grandalhão de 2,05 m sabia como viver Luto no esporte Com quase 50 mil pontos na carreira e cinco Olimpíadas, Oscar Schmidt redefiniu os limites do basquete brasileiro 18 Apr 2026 - Correio da Bahia Miro Palma Obasquete brasileiro sempre produziu bons jogadores, equipes competitivas e histórias dignas de registro. Mas, de tempos em tempos, surge alguém que reorganiza esse repertório inteiro em torno de si. Oscar Schmidt foi esse ponto fora da curva, um jogador que não apenas acumulou números, mas ajudou a redefinir o que era possível para um atleta brasileiro dentro de uma quadra. Sua trajetória nunca foi sobre lampejos. Foi sobre repetição e dedicação. Sobre insistir até transformar o improvável em rotina. O arremesso, gesto mais simples do basquete, virou instrumento de afirmação. Ao longo de décadas, Oscar fez desse movimento uma assinatura única. Não havia pressa. Não havia hesitação. Havia convicção. Nasci...